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    História

    Localizada no município de Presidente Figueiredo - AM, a usina Jayoro ocupa uma área de 59 mil hectares, dos quais 4 mil e 500 voltados para o plantio de cana-de-açúcar e 400 hectares para o cultivo de guaranazais.
    A área remanescente é cuidadosamente preservada, de acordo com a legislação ambiental, carinho e respeito de todos os funcionários e dirigentes do negócio.

    É o único complexo agroindustrial do estado do Amazonas a produzir açúcar, álcool e extrato de guaraná.

    A implantação do projeto começou em meados dos anos 70 com os irmãos Francisco e Jack Magid e em 1979 iniciou suas operações com a produção de aguardente e álcool.

    No início da década de 90, em função de diversos problemas financeiros e operacionais, o projeto apresentou sérios riscos de interromper suas operações, vindo a minguar sua produção. Esta situação permaneceu até 1995, quando seus proprietários e a Coca-Cola firmaram uma parceria, viabilizando a retomada da produção.
    Nessa época, dos 8 mil hectares de canaviais antes cultivados, o projeto contava com apenas 300 ha. A área industrial estava totalmente ultrapassada e necessitava de pesadas reformas.
    Os resultados da parceria logo ficaram visíveis. Foram investidos cerca de R$ 95 milhões na ampliação da área plantada, na compra de máquinas e implementos agrícolas e na ampliação e modernização do complexo industrial.

    Hoje a Jayoro fornece para a Coca-Cola todo o açúcar necessário à fabricação do concentrado de refrigerantes em sua fábrica instalada no pólo industrial da Zona Franca de Manaus. Fornece também o extrato de guaraná, utilizado na produção do Guaraná KUAT.

    Os processos industriais da Jayoro seguem os rigorosos critérios de qualidade da Coca-Cola. Um verdadeiro oásis tecnológico no coração da floresta amazônica.

    Não foi tarefa fácil; não havia na região mão-de-obra especializada para operar uma unidade industrial dessa complexidade, tampouco técnicos na área sucroalcoleira. Foi realizado um amplo programa de capacitação profissional, firmado diversos acordos de cooperação tecnológica com universidades e institutos ligados à produção de açúcar das grandes regiões produtoras do país. Com a retomada do projeto, passou a ser escrita a história da cultura da cana-de-açúcar no Estado do Amazonas.

    Desafiando a tese de que o solo e o clima da região eram impróprios para o cultivo da cana-de-açúcar, após 9 anos de retomada das atividades, a produção agrícola e industrial já se equipara à do nordeste brasileiro e algumas variedades de cana atingem níveis de produtividade muito próximos dos grandes centros produtores das regiões sudeste e centro-oeste do Brasil.

    Esse resultado só foi possível graças ao árduo trabalho de pesquisa desenvolvido pela Jayoro. Identificar as variedades de cana que melhor se adaptam à região. Inicialmente valia-se a capacidade de brotação e desenvolvimento vegetativo das variedades em viveiros. Posteriormente a quantidade de sacarose contida e a sua condição para transformação em açúcar, além da resistência aos ataques de pragas e doenças características da cultura. As variedades aprovadas passam a ser multiplicadas para o aproveitamento comercial. Já foram pesquisadas mais de 100 variedades, das quais, cerca de 33, encontram-se em produção industrial.

    Ampliando a parceria em 1999 a Coca-Cola e a Jayoro introduziram a cultura em larga escala do guaraná no município, que já estréia com um papel de protagonista principal e detém a maior produtividade do estado: 400 quilos de sementes por hectare plantado, ou seja, dez vezes mais do que a registrada na região de produção mais antiga do estado, Maués. 

    A produção de guaraná da Coca-Cola, legitimamente nativa, da semente ao extrato, estão no solo e nas mãos de gente da terra, onde a natureza escolheu para nascer.
    O projeto guaraná, com perspectiva de ser consolidado até o final de 2005, irá gerar mais 180 empregos diretos.

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